A obra é resultado dos estudos do autor sobre sexualidade e de suas aulas sobre os crimes contra a dignidade sexual. Traz a relação do direito fundamental e liberdade com os tortuosos caminhos da sexualidade; construindo o que se denomina liberdade sexual, definida como a livre disposição do sexo e do próprio corpo para fins sexuais, ou seja, a liberdade de opção e de atuação de cada um no domínio da sexualidade, de acordo com os seus desejos, dentro dos limites implicados pela tolerância e o respeito à alteridade. Ressalta o autor sobre a importância da demarcação do bem jurídico protegido nos crimes contra a dignidade sexual. Nesta segunda edição, a obra passou por uma revisão crítica e atualização para incluir as relevantes inovações introduzidas pela Lei nº 15.280/25.
Waldir Miguel dos Santos Júnior – Mestre em Direito Processual pela PUC Minas. Especialista em Ciências Criminais pela Universidade Cândido Mendes/RJ. Membro do Instituto de Ciências Penais (ICP). Professor de Direito. Advogado Criminalista.
Sumário
SUMÁRIO
PREFÁCIO………………………………………………….9
NOTA DO AUTOR À PRIMEIRA EDIÇÃO……….13
NOTA DO AUTOR À SEGUNDA EDIÇÃO……….15
1 INTRODUÇÃO………………………………………….21
2 A HISTÓRIA DA SEXUALIDADE…………………27
2.1 A moralidade e a liberdade sexual…………….29
3 A NORMATIZAÇÃO SEXUAL………………………33
3.1 Os instrumentos normativos internacionais para o exercício à sexualidade……….33
3.2 A intervenção penal no comportamento sexual……….36
3.3 As principais legislações no Brasil……………..38
3.3.1 Código Criminal do Império……………………38
3.3.2 Código Criminal de 1890……………………….40
3.3.3 Código Penal de 1940…………………………..41
3.3.4 Lei n. 11.106/2005………………………………..44
3.3.4.1 “A mulher honesta” – Supressão da expressão “mulher honesta” dos artigos 215 e 216……….44
3.3.4.2 As inovações dos artigos 231 e 231-A….45
3.3.4.3 Os termos “cônjuge” e “companheiro” na redação
dos artigos 148, 226 e 227…………………………….47
3.3.4.4 A alteração do termo “mulher” para “pessoa” na redação do artigo 231……….47
3.3.4.5 Artigo 226…………………………………………48
3.3.4.6 O acréscimo do artigo 231-A……………….49
3.3.4.7 A extinção da punibilidade na Lei n. 11.106/2005……….49
3.3.4.8 O ultrapassado crime de sedução do artigo 217……….50
3.3.4.9 A revogação dos artigos 219, 220, 221 e 222……….51
3.3.4.10 Artigo 226, inciso III…………………………..53
3.3.4.11 A revogação do adultério como tipo penal……….53
3.3.5 Lei n. 12.015/2009…………………………………54
3.3.6 Lei n. 13.718/2018…………………………………57
3.3.7 Lei n. 13.772/2018…………………………………61
3.3.8 Lei n. 15.280/2025…………………………………65
4 A LIBERDADE E A VULNERABILIDADE SEXUAL: CONTEÚDO E LIMITES……….67
4.1 As insuficientes e contraditórias inovações da
Lei n. 15.280/2025………………………………………..89
4.1.1 Principais alterações……………………………..92
5 DOS CRIMES CONTRA A LIBERDADE SEXUAL……….107
5.1 Estupro (artigo 213)………………………………..107
5.1.1 Bem jurídico………………………………………..110
5.1.2 Sujeitos: ativo e passivo………………………..111
5.1.3 Estupro marital……………………………………..112
5.1.4 O núcleo verbal do tipo: “constranger, mediante
violência ou grave ameaça”……………………………118
5.1.5 A elementar típica normativa “conjunção carnal” e
“outro ato libidinoso”. A questão da delimitação dos atos libidinosos caracterizadores do estupro……….119
5.1.6 Tipo subjetivo – elemento subjetivo geral do tipo: dolo direto. A inexistência de um elemento subjetivo especial do tipo obrigatório……….122
5.2 Violação sexual mediante fraude (artigo 215)……….132
5.2.1 Bem jurídico…………………………………………134
5.2.2 Sujeitos: ativo e passivo………………………..136
5.2.3 O núcleo do tipo: ter e praticar………………..137
5.2.4 Modus operandi. A fraude ou outro meio que dificulte
ou impeça a livre manifestação de vontade da vítima……….138
5.3 Importunação sexual (artigo 215-A)……………142
5.3.1 Bem jurídico………………………………………….144
5.3.2 Sujeito ativo e passivo……………………………145
5.3.3 O núcleo do tipo: “praticar”……………………..147
5.3.4 O problemático “ato libidinoso”………………..148
5.4 Assédio sexual (artigo 216-A)…………………….150
5.4.1 Bem jurídico………………………………………….152
5.4.2 Sujeitos: ativo e passivo…………………………154
5.4.3 O núcleo do tipo: constranger………………….156
5.4.4 As elementares: superior hierárquico, ascendência,
cargo, emprego ou função………………………………158
5.4.5 A distinção entre o assédio sexual penal e o assédio
sexual corporativo nos programas de compliance……….161
5.5 Registro não autorizado de intimidade sexual
(artigo 216-B)…………………………………………………163
5.5.1 Bem jurídico…………………………………………..164
5.5.2 Sujeitos: ativo e passivo………………………….166
5.5.3 O núcleo do tipo: produzir, fotografar, filmar ou
registrar…………………………………………………………167
5.5.4 As elementares: “caráter íntimo e privado”…167
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS…………………………..169
REFERÊNCIAS ……………………………………………..173




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